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Abra sua mente




Acontece com muita frequência em nosso dia a dia, encontrarmos pessoas que se mantêm firmes em seus modelos de pensamento. Amigos próximos inclusive, relutantes para realizarem mudanças, para se arriscarem a escutar, inclusive, opiniões diferentes da voz própria, por acreditarem que tudo o que se distancia dos seus padrões de percepção é errado.

A nossa sociedade hospeda uma grande quantidade de mentes quadradas, que colocaram um “tapa-olho” em seu cérebro, negando a abertura mental e usando o conhecido como escudo. São mentes inflexíveis que sobrevivem à rotina e se negam a se abrir para novas opções.

Temos certeza de que você também conhece pessoas com esse perfil de pensamento e de personalidade. O difícil é quando são familiares, amigos, colegas de trabalho com quem temos que nos relacionar a cada dia. É complicado sermos conscientes da grande quantidade de muros que existem neles.

Não obstante, é preciso ter obviamente uma clara percepção e postura para que não se deixe se influenciar, não se contagiando com o vírus da inflexibilidade, da rotina que se nega às mudanças por medo de desestabilizar-se. Uma mente aberta é uma arma poderosa que devemos saber desenvolver.

Estratégias para manter uma mente aberta

Há algo que vale a pena levar em consideração. É possível que você mesmo seja o exemplo de uma pessoa que saiba manter a abertura mental, que tenha se distanciado desse molde que esculpe esses cérebros geométricos voltados para seus próprios interesses, tomados pelo medo de mudanças.

Entretanto, de certa forma, todos nós temos uma ou outra parte que não se curvou completamente para tal abertura. Todos nós temos algum “pequeno” medo e dispomos de uma reduzida “zona de conforto” da qual é muito difícil de sair. Você é capaz, por exemplo, de aceitar opiniões diferentes da sua? Você acha que os seus princípios, as suas opiniões e crenças são sempre as verdadeiras?

Para se aprofundar um pouco mais nesses aspectos, convido-te para que leve em consideração todas essas dimensões que nos ajudam a manter uma mente aberta.


1. Questione o que o rodeia


Não se trata de duvidar de tudo o que vemos ou fazemos. Trata-se de não dar as coisas sempre como certas, aceitando que “tudo é como deve ser”. É muito possível, por exemplo, que no seu trabalho existam muitos aspectos que devam ser melhorados e mais: pode ser que até você mesmo possa potencializar as suas habilidades para crescer profissionalmente.

É possível, inclusive, que essa pessoa que tanto admira nem sempre tem razão, e que muitas das coisas que você lê todos os dias tenham outros matizes a serem consideradas. Seja um pouco mais crítico em relação a tudo o que o rodeia.

2. Aceite o desconhecido, admita o inesperado

O medo é o maior arquiteto de barreiras que você poderá encontrar na sua vida. É ele quem nos impede de descobrir novas opções, novos caminhos que poderiam levar até uma satisfação pessoal mais elevada. Por que não aceitar tudo aquilo que chega sem avisar? Por que não dar uma oportunidade ao imprevisto?

Poucas coisas envelhecem tanto quanto o medo e a covardia. As portas que fechamos por medo do imprevisto são espelhos no qual amanhã deixaremos os nossos lamentos e arrependimentos.




3. Obtenha inspiração de tudo que o rodeia, até dos seus inimigos


Acredite ou não, as pessoas podem obter uma grande aprendizagem até daquilo que nos causa dano. Uma mente aberta é a que escuta todas as opiniões e a que não vira o rosto para fugir.

Pode ser que tenha na sua frente alguém acostumado a reclamar para os outros, a enganar e a submeter, porém, conhecendo também esses padrões de comportamento, aprendemos mais com eles para saber o que NÃO queremos ser, para compreender do que temos que nos distanciar e o que é o que queremos para nós mesmos.

Tente tirar sempre algo bom de toda situação que experimentar a cada dia. Uma mente aberta não joga a âncora só nas coisas negativas, na chuva de hoje, no erro cometido ou nesse “não” que tivemos como resposta.

A vida não para nos fracassos e nas perdas se nos permitirmos à honra de reconhecer os erros para aprender com eles. Estaremos colocando em prática as engrenagens para a mudança, para a melhora. É questão de ser um pouco mais flexível e de modificar as nossas perspectivas para o positivismo e para a superação.




A vida é uma inspiração contínua que exige olhos abertos. Veja o seu exterior e conforte o seu interior. É dessa forma que alcançará um verdadeiro conhecimento das coisas. Não tenha medo de errar e, simplesmente, atreva-se a viver com uma mente aberta.


(Autora: Fabiana Vajman)

(Fonte: A virtude de ter uma mente aberta)


*Texto reproduzido com autorização da administração do site

E quando seu pior inimigo é você mesmo?

Quando seu pior inimigo é você mesmo

Em muitas de nossas experiências nos sentimos maltratados e humilhados, algo que acreditamos ter superado quando, na verdade, não é assim.  Quando o tempo passa e esses maus-tratos desaparecem, nós começamos a exercê-lo contra nós mesmos sem estarmos conscientes disso. Nos tornamos nosso pior inimigo.
Devo ser bom, humilde, complacente; porque acredito que não valho nada e não mereço nada; porque considero que é meu dever, ainda que nunca consiga ter sucesso.
É aqui que devemos nos dar conta de como somos realmente. Pessoas com autoestima muito baixa, cheias de inseguranças, de frustrações, de medos, de culpas….
Se é muito difícil para você se valorizar, se aceitar e reconhecer que é capaz de ter êxito e conseguir tudo o que os outros conseguiram, é possível que você esteja se convertendo no seu próprio inimigo.

Você pode escolher ser seu inimigo ou não

Seu pior inimigo não são os outros, mas o que está na sua mente. Como pode ser possível? Como posso ser eu o meu próprio inimigo?
Todas as críticas que você pode receber, as humilhações, as opiniões, os juízos de valor que você faz sobre si mesmo… tudo isso, pode ser aceito ou não por você.
Seu pior inimigo não são as críticas que você recebe, mas as que você aceita.” -Bernardo Stamateas-
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Em você está esse poder de decisão. É verdade que você acredita que não merece? Concorda com o que os outros dizem?
Assumir algo pelo simples fato de ser aceito pelos demais provoca uma baixa autoestima e faz com que você seja seu próprio inimigo.
É normal que estar rodeado de opiniões diferentes lhe faça duvidar de quem você é realmente. Por isso, é necessário que você se afaste de todas essas pessoas para poder refletir sobre quem você é. Uma vez que souber, poderá enfrentar todas essas opiniões e julgamentos de uma maneira muito mais segura.
Como posso começar a deixar de ser meu próprio inimigo?
  • Aceite-se e esteja seguro de quem você realmente é.
  • Questione toda mensagem negativa que chegue sobre você.
  • Aprenda a se equivocar.
  • Não queira agradar a todos.
É difícil começar a deixar de ser seu próprio inimigo, mas isso é algo que se encontra apenas em suas mãos. Você deve estar certo de quem é e não deixar que as opiniões dos outros lhe digam quem você deve ser.
Você tem que começar a ver os erros não como um fardo e uma vergonha, mas como algo com o que se aprende para fazer melhor depois.
Todo mundo se equivoca, mas isso faz com que você se sinta humilhado. Comece a pensar que não há aprendizado sem erros. Com os erros se aprende mais do que você acredita.

Quem sou eu?

Esta é uma pergunta muito simples, mas verdadeiramente difícil de responder. Você sabe quem é realmente? Se é assim, por que as críticas dos outros o afetam tanto?
Você deve aprender a não se comparar com os outros, a confiar em si mesmo e não se deixar levar pelo que os outros possam dizer. Você é único, insubstituível, com defeitos, mas também com habilidades.
“Você realmente sabe onde estão seus inimigos? No mundo que o rodeia ou dentro de você? Quem você está escutando? A voz da obsessão que te fala de fatalidade e fracasso? A voz queixosa e autoritária que julga cada passo que você dá?”
-Bernardo Stamateas-
Tenha confiança, acredite em si mesmo e não se permita ser como os outros querem que você seja. Ser você mesmo irá ajudá-lo a alcançar a felicidade pela qual todos ansiamos.
Suas decisões são as que marcarão sua vida a partir de hoje. Quem vai decidir em sua vida? Você ou os outros? Seja um pouco egoísta consigo mesmo e afaste-se do que vão dizer. Sua vida é sua, e você decidirá como vivê-la.
Pense que a confiança que você tem em si mesmo lhe permitirá avançar, provar, experimentar. Enquanto que, se não tiver confiança em si mesmo, as inseguranças aparecerão.
Pergunte-se aonde está conduzindo sua vida. Você quer chegar a ser tão perfeito que, no final, isso acabe com você? A resposta não está na perfeição.
Seja natural, tenha a intenção de progredir, cometa erros, aprenda e viva como você é. Liberte-se de tudo aquilo que lhe dizem, do que o bloqueia e paralisa. Livre-se de tudo isso e caminhe. Nunca se permita ser seu próprio inimigo.
Ilustração: cortesia de Malota

ANSIEDADE!!!! EU SINTO, E VOCÊ?




Há alguns dias, entre a minha rotina, livros, filmes e trabalhos da faculdade, consegui arrumar um espaço na minha vida para a ansiedade. Foi só uma brecha. Um deslize. Incrivelmente, com o tempo, quem sofre desse transtorno já sabe a forma pela qual ele se apresenta, mas nunca quando ele vai embora, de fato. Ou seja, sei que tenho facilidade para me sentir ansiosa, e sei quando ela começa afetar meu dia a dia e até meu organismo. Mas a questão é: nunca sei como evitá-la. Exercícios físicos, nada de preocupações, muita distração… Tudo parece muito simples, mas não é.

A ansiedade é mais comum do que imaginamos. Só descobri isso depois que precisei de ajuda médica. Jovens entre 18 e 24 anos são mais propensos em adquiri-la devido às mudanças que são frequentes nesse período: faculdade, relacionamentos, medos, dúvidas e sonhos. Então segue meu primeiro conselho: nunca peça para um ansioso ter calma. Ou melhor, pode até pedir, mas não espere que isso aconteça. Não fazemos por mal – eu juro! – mas ter ansiedade vai um pouco mais além do que simples dores de barriga.
Por incrível que pareça, não tenho receio de falar em público, me saio muito bem apresentando seminários ou expondo ideias (aliás, sonho em dar uma palestra! ♥). Mas, apesar do nervosismo ser um sintoma frequente em pessoas que tem ansiedade, ela ocorre de forma mais profunda: vem através de preocupações em excesso com o futuro e com qualquer detalhe dele, com o medo de perder pessoas próximas, com a hipótese de sermos o centro das atenções em algum momento ou, com a menor possibilidade possível de falharmos em qualquer momento da vida.
Somos excesso. Somos intensidade. Somos preocupados e exagerados. Mas também amamos na mesma proporção.
Vale lembrar que a ansiedade, até certo ponto, pode ser vista de forma positiva, pois faz com que fiquemos mais atentos a tudo o que acontece ao nosso redor. Mas é fácil ultrapassarmos o limite: somos craques em chorar e enchemos copos e mais copos com lágrimas e ainda fazemos uma baita de uma tempestade em qualquer situação. Por isso, amigo, muita paciência com nós!
Como se ainda não bastasse, isso atrapalha o nosso sono e, uma noite mal dormida vai resultar em um dia mal aproveitado. É como uma onda que vem firme e forte puxando pra ela todo o pouco que temos. É ruim, é difícil, mas faz um bem danado depois que passa! Claro, quando estamos no meio da névoa, é quase impossível enxergar ao nosso redor. Mas tentar vencer essa batalha me ensinou que preciso me esforçar para viver um dia de cada vez e me concentrar apenas no agora, porque é tudo que tenho. E, me ensinou também, que talvez a ansiedade seja minha companheira de mais vários longos anos, portanto, não vou me preocupar em deletá-la da minha vida; eu devo apenas aprender a conviver com a sua presença.

Sei que muitas coisas podem parecer uma grande baboseira, um drama de novela mexicana, mas não é. E, para provar, sugiro que faça uma busca no Google pela palavra “ansiedade” e veja o que os doutores e as pesquisas dizem. Então, por favor, às vezes um abraço vale mais que milhões de palavras. Lembre-se que para nós, a vida é vista de outra perspectiva. Isso não é nosso defeito, significa apenas que somos especiais.

Via: Raquel Rocha
Fonte: Resiliencia Mag

Crianças Ansiosas: Ansiedade É O Contrário Da Felicidade



Ouvi uma vez de um médico homeopata: “O contrário de felicidade não é a tristeza, é a ansiedade”. Desde então matuto nessa frase todo dia: e não é que ele tem razão?
A ansiedade é o mal do século. E nossas crianças já estão padecendo disso há muito tempo. Costumo dizer que “no meu tempo” as crianças tinham dificuldade de ouvir “não”. Hoje, não conseguem ouvir “daqui a pouco”. E a coisa tende a piorar: cada vez mais cedo identificamos sintomas de ansiedade, dificuldade de esperar, perda de paciência pra executar uma função mais trabalhosa e muita irritabilidade.
Não posso afirmar com exatidão quanto da ansiedade apresentada pelas crianças que conheço (e são muitas) é imposta pelo comportamento dos pais e pelo ambiente, mas posso garantir que essa influência é muito grande e devemos nos analisar seriamente: estamos tendo paciência com nossos filhos? Estamos os ensinando e ter paciência?
Aliás, me pergunto: por que com tanta informação, tanta oferta e busca por blogs, sites, revistas e programas de TV e internet quase nunca ouvimos os especialistas falando em educar para a paciência, para o esperar? Afinal: nós pais, educadores, cuidadores e tutores entendemos que ensinar a esperar, a ter paciência e tolerância é nossa obrigação? E sabemos o quanto isso é importante?
A gente precisa pensar mais nisso. E mudar nosso próprio jeito diante de uma contrariedade, um empecilho, dificuldade ou demora, afinal, as crianças se espelham em nós. Precisamos parar de nos sobressaltar a qualquer pretexto, pular e gritar quando uma criança cai ou engasga, correr para acudir o bebê no berço ao primeiro sinal de choro. Respire. Dê o tempo, olhe a situação. Os décimos de segundo que você ganha se sobressaltando, perde em dobro se atrapalhando em ansiedade e acalmando a criança que muitas vezes chora de susto pelo sobressalto da mãe, e não pela queda ou dodói.
Não há paz possível pra quem não sabe esperar. Todas as coisas que nos cercam dependem ou dependeram de processos que levam tempo. Nós somos frutos de um processo, caminhamos em lenta evolução, precisamos esperar por coisas o tempo todo, todos os dias: esperamos na fila, esperamos o bolo assar no forno, o resultado do exame, o produto que pedimos chegar na loja, a hora de ir embora, da festa começar, a espinha secar, o dodói sarar, o verão chegar.
Impossível escapar disso. Então, o melhor que podemos fazer é tornar o esperar mais tranquilo, posto que é inevitável.
A constante exposição das crianças aos jogos e aplicativos também tem sua grande dose de responsabilidade nos processos ansiosos, uma vez que a resposta nesses brinquedos é sempre imediata: o simples deslizar de um dedo realiza tudo em segundos, um mínimo toque e “voilá“, a boneca está vestida, o paciente operado, o caminhão montado, a torta assada e fumegante.
Diminuam o contato das crianças com os jogos eletrônicos, e, sempre que o permitirem, os acompanhem por pelo menos um tempo e apontem sempre que possível as diferenças do jogo para a vida real. A consciência das crianças precisa de muitas confirmações, é preciso repetir as sentenças mais importantes até que elas as absorvam.
Um jeito legal de ajudar as crianças a lidarem com o tempo e os processos é plantar coisas com elas: feijão no algodão, cebola a partir do bulbo, qualquer semente dessas de saquinho que se vende em pet shops e lojas de jardinagem.
Contem os dias juntos, façam um quadro com a evolução da plantinha dia a dia e atualizem toda manhã, juntos. Conversem sobre o tempo que demorou pra brotar, sobre o número de folhas que nasceu, pesquisem juntos sobre o tempo que demora para uma planta se tornar adulta, sobre o tempo de gestação dos bichos, sobre cada etapa de todos os processos. Tornem isso divertido.

Esperar pode ser um barato.
Amor e gratidão.
(Autora: Fabiana Vajman)
(Fonte: paisqueeducam)


*Texto reproduzido com autorização da administração do site

Se você deseja viver mais e com qualidade de vida, Viaje mais!

Viajar é preciso - Faz bem a saúde e engrandece a alma!

Qualquer cidadão sabe que viajar é realmente uma das oportunidades mais incríveis que temos.

Viajar é como abrir os olhos da alma. É expandir nossa energia e conectá-la com tudo o que o mundo pode oferecer.

Mas por que é realmente preciso?

Muitos acham que viajar é preciso para fugir da realidade, para esquecer os problemas do dia-a-dia, para descansar. Ok, de fato. Para alguns, até pode ser.
Mas para mim é uma maneira de me encontrar. De entrar em contato com sentimentos profundos, de descobrir, de aprender e ver o que nunca imaginei que existia.

Viajar é preciso porque saímos do nosso mundo e vemos outras possibilidade de ser. Outras realidades, outras maneiras, outros costumes, outros, outros, outros.
E isso contribui para sermos menos preconceituosos, sermos mais humildes e mais empáticos com o próximo.

Viajar é preciso porque o mundo é muito maior do que você imagina e milhões de coisas você só poderá sentir, tocar ou experimentar, se sair da sua bolha e experimentar ir. Simplesmente ir.

Viajar é preciso porque te enriquece. Você gasta dinheiro mas ganha em todos os sentidos: mentalmente, visualmente, energeticamente, organicamente. Viajando você se propõe a conhecer e viver coisas e situações que contribuem para seu crescimento pessoal e experiência de vida.

Viajar é preciso porque não parece ser muito interessante viver sempre as mesmas coisas, nos mesmos lugares, comer as mesmas comidas, ouvir a mesma língua, sentir os mesmos cheiros.

Viajar é preciso pois estando ausente, você aprende a dar valor a tudo aquilo que na sua rotina é normal. Você sente falta do seu travesseiro, da comida de um parente, da voz de alguém especial, do seu banheiro, da sua casa. Viajando você aprende a dar mais valor ao que geralmente não sente falta.

Viajar é preciso porque você não controla o que acontece longe da sua realidade. Você lida com imprevistos, com o desconhecido, com mudança. Saindo da sua velha e boa zona de conforto, você desenvolve habilidades que nem imaginava ter e assim, se reinventa. Já dizia uma velha frase que a vida  só começa quando saímos da nossa zona de conforto. E faz sentido.

Viajar é preciso porque você percebe que a sua cultura está muito mais em você do que imagina. E que toda diversidade cultural existente na terra é o bem simbólico mais precioso que a humanidade carrega.
 

Viajar é preciso porque o tempo passa e a vida é curta.


A hora de ir é agora e só depende de você. Se abra para o mundo, vá se conectar e se reinventar em vez de criar raízes profundas em um só lugar.

By Leve na viagem.

CANSEI! É HORA DE FAZER NOVAS ESCOLHAS

Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você!!!!

Tem momentos em que parece que algo emperra na vida. Pode ser a perda da presença de alguém ou a frustração de não estar conseguindo alguma coisa.
Enfim, algo que me desagrada ocorre e me sinto preso àquilo. Essa dor pode me indicar algo fundamental para o prosseguimento da existência: a necessidade de fazer novas escolhas.

O luto pelo falecimento de alguém, pelo fim de um relacionamento, a dificuldade de se conseguir o emprego almejado, a frustração constante por não receber colaboração de um determinado ente familiar, etc.

Poderíamos listar inúmeros motivos pelos quais acabamos por paralisar parcial ou integralmente o prosseguimento da vida. Chega a tristeza, a revolta… Porém, mais que isso, acontece o principal: não fazemos novas escolhas.

Somente novas escolhas permitem novos acontecimentos. Enquanto estiver eu focado em determinado relacionamento ou fato, mesmo que surjam possibilidades novas em minha vida, dificilmente poderei percebê-las.
Por exemplo, enquanto estou focado em um relacionamento terminado recentemente, mesmo que eu fique com outra pessoa, tudo vai “conspirar contra” esse novo relacionamento.

Tudo o que me desagradar nessa pessoa vai ser automaticamente comparado com a pessoa do relacionamento anterior, e tudo que ocorrer na vida da minha ex me despertará mais interesse do que os fatos da vida da minha parceira atual.

Em suma, eu ainda não escolhi superar meu relacionamento anterior. Acho que optei por viver um novo relacionamento, mas na verdade, apenas escolhi ter algo para me distrair da minha dor.

Fazer uma nova escolha não é simplesmente fazer uma nova opção. Acima de tudo, é compreender que a opção anterior não me serve mais. É importante chorar as perdas e frustrações, é importante se permitir se revoltar, levar para a psicoterapia e etc.

Fazer uma nova escolha não é simplesmente fazer uma nova opção.


Fundamental é entrar em contato com a dor e a sensação de fragilidade que advém de um momento de desilusão, frustração e perda. E quando essa necessidade de chorar e de se revoltar passa, chega a parte mais desafiadora: escolher, friamente, superar o objeto de frustração.

Voltando ao exemplo anterior, não vou mais escolher saber da vida da minha ex-namorada, e nem vou priorizá-la em detrimento de minhas vontades pessoais. A ideia é fazer escolhas que provem para mim mesmo que a vida seguiu, e que não há mais relacionamento com a pessoa e nem desejo para tal. A mesma coisa se aplica a outras frustrações e perdas.

Evidente que esse texto não tem o objetivo de traçar uma postura ideal para o leitor. Cada um vai saber de si quanto ao tempo de luto necessário, ou se realmente quer superar o fato.
Pode ser que não queira, e tudo bem, que assuma isso e corra atrás. Mas a partir do momento que a dor já foi grande o suficiente para se buscar uma nova direção, que esta seja tomada com a sinceridade e a coragem que lhe são necessárias. A vida quando fica travada nessa contradição – de querer superar algo e não fazer por onde – perde muito de sua leveza e fluidez.


Muitas vezes um ponto mal resolvido desses interfere negativamente em todos os outros aspectos da existência. Quando vem o cansaço da dor, talvez seja a hora de fazer, verdadeiramente, uma nova escolha…


Os benefícios da dança para o corpo e para a mente

Aquele velho ditado que diz “Quem dança, os seus males espanta” está mais do que certo.
Dançar pode ser mais do que arte e diversão, ela pode ser uma forte aliada da saúde.


A dança pode trazer ao ser humano inúmeros benefícios: terapêuticos, culturais, sociais, educacionais a científicos. Como em toda atividade física o cérebro libera serotonina, substância que traz a sensação de alívio, melhorando o humor e o sono.

Ela pode ser praticada como um exercício físico, como uma atividade de integração social ou como uma atividade de lazer.

Dançar é uma atividade comprovadamente terapêutica, faz bem ao corpo, ao coração e à mente e, não demanda nada mais do que tempo e disposição.

Além disso, a dança é uma atividade física para todas as pessoas, sem distinção de sexo, raça e idade. E para a terceira idade, torna-se uma prática fundamental para a saúde.

Confira alguns dos benefícios proporcionados pela dança:

- Queima calorias.

- Aumenta o condicionamento físico.

- Fortalece toda a musculatura corporal.

- Fortalece os ossos evitando a perda óssea (osteoporose).

- Aumenta a frequência cardíaca, ajudando o coração a bombear mais sangue para o corpo e para os músculos.

- Aumenta a frequência respiratória.

- Libera serotonina e endorfina (neurotransmissores que liberam prazer)

- Reduz as dores.

- Proporciona prazer e bom humor.

- Melhora o aprendizado e a disciplina.

- Retarda o envelhecimento.

- Melhora a autoestima.

- Melhora a sensualidade, o ritmo, a flexibilidade, a agilidade e a coordenação motora.

Em pouco tempo, nota-se que os benefícios vão muito além do bem-estar físico.

São muitos os medos, os preconceitos, os tabus. Mas, aos poucos, assim que a pessoa começa a dançar, já sente uma transformação interna, que logo será perceptível externamente. É de dentro para fora que o ser humano se transforma.

Todos os passos de dança podem ser adaptados frente às limitações físicas de cada pessoa tornando a prática da dança um prazer e uma diversão.

Fonte: UNIFAE

A única coisa que você pode controlar na vida, é a sua atitude!



 É hora de deixar o que você não pode controlar e aceitar o que você pode controlar,
incluindo sua reação às situações à sua frente.


Muitas coisas estavam dando errado na minha vida, ultimamente. Eu poderia fazer uma longa lista, mas isso não tornaria nada melhor para nenhum de nós. Eu percebi algo enquanto estive sozinho o dia todo com meus pensamentos e é algo que eu sempre soube, mas nunca expliquei.
Eu percebi que tudo poderia dar errado para mim, mas eu não tenho controle sobre essas coisas. Não posso controlar nada disso.
A única coisa sobre a qual eu tenho controle é sobre como eu reajo às coisas que estão dando errado. Eu não tenho controle sobre o que dá errado ou sobre o que outras pessoas fazem ou decidem.
Eu só tenho controle sobre minhas ações, escolhas e reações. Posso jogar minhas mãos para o ar, sentar e chorar, afogar as mágoas, mas nada pode mudar depois disso. Claro, senti um pouco de alívio em deixar todas essas emoções enterradas e ignoradas, mas nada melhorou, nada. Eu ainda estava na mesma situação.
Bem, eu ainda posso estar na pior, mas estou ativamente tentando mudar essa situação em que estou agora. Estou buscando, assiduamente, fazer o melhor com o que acontece de forma incontrolável ao meu redor. Estou tentando não me segurar ao estresse, à raiva, à frustração, ou ao medo. Estou tentando deixar tudo ir porque me apegar a isso não me faz bem. Aderir a tudo isso é abrigar e segurar o estresse, criando mais preocupações ainda.
Não consigo mudar as coisas que aconteceram, as emoções que senti, as situações em questão, mas o que posso mudar é a minha reação a tudo. Eu posso decidir me manter positivo, mesmo que eu sinta que tudo está desabando. Eu posso decidir fazer tudo que posso para me ajudar a sair da situação em que eu estou.
Posso decidir que, em vez de sentir pena de mim mesmo, vou fazer algo sobre isso. Deixar nossas emoções nos controlarem, é muito fácil. É fácil fazer e dizer coisas no calor do momento, coisas essas que iremos nos arrepender mais tarde.
É fácil reagir e criar uma situação ainda pior para si mesmo, porque a única coisa sobre a qual temos controle é sobre como reagimos às situações em questão. Você não tem controle sobre o que acontece com você, mas você tem controle sobre como responde ao que acontece. É algo simples de se lembrar, mas muito importante.

É importante apenas respirar, porque as coisas funcionam de alguma forma, sempre. É hora de deixar o que você não pode controlar e aceitar o que você pode controlar, incluindo sua reação às situações à sua frente.


Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Thought Catalog

Feliz Solstício - Hoje - 21 de Junho de 2017


Solstício de Inverno: A oportunidade de refletirmos
Hoje dia 21 de junho no hemisfério sul, o Sol incide no ponto mais inclinado da Terra, será o dia mais curto e a noite mais longa do ano.

É o Solstício de Inverno que se inicia.

Conhecido como uma data de extrema importância por povos como os Maias, chineses, astecas e celtas, o solstício de inverno  marca, principalmente, o início de um período do aumento do contato com nossos sentimentos. Um exemplo que podemos usar são os animais que hibernam nessa época. Observando esse movimento, podemos concluir que nessa época estaremos mais propensos a nos recolher, a entrar em nós mesmos para buscar aquilo que gostaríamos de trabalhar.
Dessa forma, temos uma grande oportunidade para expandir nosso auto-conhecimento e fazer mudanças internas, buscando realizar uma faxina nos  sistemas de crenças, conhecimentos, conceitos e tudo aquilo que não desejamos mais, colocando em evidência tudo o que queremos viver. Podemos, também, ter grandes insights, que nos ajudarão a traçar planos para atingir nossas metas e objetivos.
Nesta época as árvores se despedem das folhas, e o solo as transforma em adubo... 
Como parte da Natureza, pra nós também é hora de limpar, transformar em adubo aquilo que já 
serviu , mas não serve mais... abrir espaços deixar galhos a mostra... aguardar.
Com reverência e intenção, abra seus armários, da cozinha, do quarto, do coração, e tire tudo que é velho. 
Devolva a semente para terra. Abra espaços para aguardar o novo da próxima estação. 
Renove, Recicle, doe e espere... Inverno é tempo de espera, de tolerância, de observação, de cultuar o silêncio com sabedoria. 

"Ouça com paciência e fale somente para ajudar” 

Feliz Solstício!☃❄⛄☘☃

GRATIDÃO – A IMPORTÂNCIA DE AGRADECER SEMPRE!


gratidão é, sem dúvida, um dos sentimentos mais puros e nobres que existem. Pessoas gratas são muito mais felizes, uma vez que sabem valorizar tudo o que possuem.

Vivemos dias difíceis. Há tanto para fazer, tantos compromissos , tantas contas a pagar… O dia parece curto demais e quando chega a hora de descansar, esgotados, já começamos a pensar no que temos que fazer amanhã.

Em meio a tudo isso, é comum que a gente esqueça de agradecer a Deus. Agradecer por tudo o que conseguimos fazer hoje e também por aquilo que não conseguimos fazer. Agradecer não só por tudo o que deu certo, mas também por aquilo que fugiu do nosso controle… Agradecer por tantos livramentos, pela saúde, pela vida…
A Palavra fala: “Em tudo dai graças”. E tudo gente, é tudo mesmo!!

“Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus”. ( I Tessaloicenses 5:18)

gratidão é, sem dúvida, um dos sentimentos mais puros e nobres que existem. Pessoas gratas são muito mais felizes, uma vez que sabem valorizar tudo o que possuem. Segundo o dicionário, a palavra gratidão significa qualidade de quem é grato, reconhecimento, sentimento de lembrança e agradecimento por um bem recebido, ato de reconhecer alguém por uma ação ou benefício alcançado.
Ela é, portanto, a capacidade de agradecer e reconhecer um gesto de bondade, uma atitude de carinho, uma ajuda, um elogio, uma assistência, um presente, uma gentileza ou simplesmente tudo de bom que a vida oferece diariamente.
A IMPORTÂNCIA DA GRATIDÃO – VOCÊ SE CONSIDERA UMA PESSOA GRATA?
Em sua opinião, você sabe agradecer e dar o devido valor a tudo que possui? Em uma escala de 0 a 10, o quanto você tem deixado que a gratidão faça parte da sua vida? Você já agradeceu por alguma coisa no dia de hoje?
Ter gratidão é fundamental para que nos tornemos pessoas melhores, felizes e completas. Além disso, a gratidão nos estimula a ter uma visão de mais otimismo em relação a vida. Por isso, ser grato pelo dom da vida, pela saúde, pela família, pela provisão, pelo trabalho, pelos amigos e até pelos obstáculos enfrentados deve ser uma atitude diária.
Esse é um costume que deve se tornar uma verdadeira filosofia de vida para todas as pessoas. Sabemos é possível mudar a forma como você vê o mundo, trata as pessoas, age, pensa e sente. Esta é uma poderosa metodologia que ajuda a compreender a importância de agradecer e retribuir o milagre de estar vivo e de recompensar o universo por todas as coisas boas que acontecem.
Por isso, convido você a agradecer por todas as bênçãos que você tem recebido: agradeça por estar vivo, por ter saúde e disposição para viver, por respirar e trabalhar, pela força que corre em suas veias, pela pessoa maravilhosa que você é e por seus talentos e qualidades. Tudo isso é responsável por formar quem você é hoje.
Agradeça por tudo de bom que você já conquistou, pelas pessoas extraordinárias que de alguma forma contribuíram para o seu crescimento, pelos erros, acertos e fracassos, pelas dificuldades e alegrias. Afinal, tudo isso foi importante para você estar aqui hoje.
Agradeça por sua família, seus amigos, sua casa, seu emprego, seus sonhos e projetos de vida. Agradeça pelo simples fato de poder agradecer. A vida em si já é um presente, e poder ser grato por tudo isso é, sem dúvida, uma grande dádiva que todos nós recebemos.
Se este artigo foi interessante e útil para você, convido você a curtir e compartilhar  com seus amigos!

Por jrmcoaching.com 

Qualquer dia é um novo dia para recomeçar


 Esses dias atrás eu li em algum lugar a frase: “Qualquer dia é um novo dia para recomeçar” e esta frase ficou na minha cabeça. Afinal, não é necessário esperar o ano novo ou o começo de uma nova semana ou o ano que começa depois do carnaval para recomeçar, não é mesmo? É uma frase também interessante porque, em um novo dia, em uma nova manhã, temos a experiência simples mas extremamente antiga e profunda do nascimento do sol.
Neste texto, quero comentar com vocês algumas dicas para recomeçar. Vamos lá?

Qualquer dia é um novo dia para recomeçar

Bem, deixando de lado todas as desculpas e justificativas para continuar fazendo o que não se deve ou se quer fazer, podemos recomeçar. Uma técnica frequentemente utilizada no final do ano é escrever as resoluções do que se quer mudar. Pode parecer um comportamento inútil – especialmente quando as promessas vão ficando de lado e a inércia do comportamento antigo continua – mas esta técnica, de escrever em um papel é muito eficaz.
Você pode escrever em um papel e colocar em um local visível. Algumas pessoas colocam em frente do espelho do banheiro, outras do lado da tela do computador ou na mesa de trabalho. Avançando um pouco com a tecnologia podemos utilizar aplicativos que colocam as resoluções nas telas dos smartphones ou tablets.

Este seria um primeiro passo: o que você quer mudar?

Uma dica que parece superstição, mas tem o seu fundamental é escrever as frases de forma afirmativa. Ou seja, ao invés de escrever o que não se quer o que não é o desejo, devemos escrever frases afirmativas, do que queremos.
Por exemplo, ao invés de escrever “Eu não quero gastar tanto dinheiro com o cartão de crédito, comprando bobagens” é melhor escrever: “Eu quero poupar”. Melhor ainda se o objetivo for quantificável: “Eu quero poupar X reais por dia”.
Do mesmo modo, podemos pensar em outros exemplos. Ao invés de “Eu não quer engordar”, é melhor escrever: “Eu quero emagrecer”. Ainda melhor se for: “Eu quero emagrecer X quilos em X dias”.
Ao invés de escrever: “Eu não quero ser um aluno preguiçoso”, fica melhor escrever: “Eu quero ser um aluno excelente”, e se acrescentarmos um objetivo quantificável como – “Quero ler tantas páginas por dia” ou “Quero tirar tantas notas A” o processo fica mais fácil de acontecer.
A ideia de quantificar em comportamentos menores ou observáveis (poupar a quantia X, emagrecer X quilos, ler X páginas) é um passo além de apenas escrever porque poderemos avaliar se a mudança está verdadeiramente ocorrendo ou não. Pois pense comigo: se você pensa “Eu quero emagrecer” é algo vago e até meio abstrato não é mesmo? Pois você pode emagrecer 100 gramas e estará atingindo um objetivo, mas será que emagrecer 100 gramas é o que se quer?
Outra vantagem de colocar os objetivos de uma forma quantificável é que, com isso, podemos dividir o processo em etapas. Digamos que vamos ter que estudar 100 páginas de um assunto complexo. Uma etapa pode ser ler 25% disso em uma semana e o restante nas semanas seguintes.

 Assim que completarmos a etapa 1, dos 25%, podemos nos dar um pequeno prêmio, o que tecnicamente em psicologia comportamental nós chamamos de reforço positivo. Por exemplo, se completarmos a etapa 1, vamos jantar em um restaurante excelente no final de semana.
Quando eu estava na faculdade de psicologia, em uma das disciplinas (de psicologia experimental) nós tínhamos que criar um auto-experimento, ou seja, tínhamos que criar um experimento comportamental no qual cada um de nós era o sujeito experimental.
Lembro que eu estava começando a estudar alemão e o experimento que propus foi avaliar a eficácia do sistema de fichas sobre o comportamento de aprender novas palavras alemãs. O sistema de fichas é parecido com o que eu disse acima de ler X páginas por semana.
O que acrescentamos neste sistema é a anotação sistemática dos comportamentos em cada dia e a criação de um reforço positivo (de um “presente”) se o comportamento for emitido. Quem já viu o programa da Super Nanny reconhecerá imediatamente este sistema.
Uma outra possibilidade de estabelecer mudanças em nosso comportamento, de forma duradoura, é escrever o objetivo e comunicá-lo a pessoas que respeitamos e que são importantes para nós. Por exemplo, podemos escolher os pais como pessoas que são importantes para a avaliação que fazemos de nós mesmos ou então amigos de infância ou amores, enfim, escolhe-se algumas pessoas e a ideia é comunicar o objetivo para elas, ou seja, tornar público o compromisso de mudar.
Digamos: “Em X anos eu quero passar em um concurso”.
Este é um objetivo claro, estabelecer um prazo. Melhor ainda, como vimos acima, seria se também se incluísse o que fazer para atingi-lo, como cursinhos presenciais e online, estudar mais a fundo matérias desconhecidas, etc.
O que é relevante nesta outra possibilidade de mudar e recomeçar é que ao tornar público o compromisso, vamos ter ainda mais fôlego, ainda mais vontade para continuar quando vier o cansaço ou o desânimo ou a sensação de que não vai acontecer. Considerando que o objetivo é então do conhecimento de pessoas próximas que são importantes, cria-se mais vontade e mais força para perseverar.

Conclusão

Todo dia é um novo dia para recomeçar. Não importa o que deixamos de fazer ontem. O que não foi feito ficou por fazer e só podemos fazê-lo hoje, agora. A questão é que muitas pessoas tem dúvidas sobre qual seria o melhor caminho para recomeçar.
Ora, para recomeçar temos que saber aonde queremos ir. Em outras palavras, temos que saber quais são os nossos objetivos. Criando objetivos definidos, claros, quantificáveis, poderemos acompanhar o progresso que está sendo feito. Poderemos nos reforçar por cada passo dado na direção certa.
E se for do desejo individual, uma força a mais para a realização de um propósito é tornar público este propósito. Não público para todas as pessoas que conhecemos, mas público no sentido de ser do conhecimento de pessoas que nos amam de verdade e que amamos de verdade, cuja opinião importa, pois assim estaremos contando não só com uma ajuda extra para ter forças para sempre continuar como também contaremos com a ajuda e o incentivo destas mesmas pessoas.



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