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E quando seu pior inimigo é você mesmo?

Quando seu pior inimigo é você mesmo

Em muitas de nossas experiências nos sentimos maltratados e humilhados, algo que acreditamos ter superado quando, na verdade, não é assim.  Quando o tempo passa e esses maus-tratos desaparecem, nós começamos a exercê-lo contra nós mesmos sem estarmos conscientes disso. Nos tornamos nosso pior inimigo.
Devo ser bom, humilde, complacente; porque acredito que não valho nada e não mereço nada; porque considero que é meu dever, ainda que nunca consiga ter sucesso.
É aqui que devemos nos dar conta de como somos realmente. Pessoas com autoestima muito baixa, cheias de inseguranças, de frustrações, de medos, de culpas….
Se é muito difícil para você se valorizar, se aceitar e reconhecer que é capaz de ter êxito e conseguir tudo o que os outros conseguiram, é possível que você esteja se convertendo no seu próprio inimigo.

Você pode escolher ser seu inimigo ou não

Seu pior inimigo não são os outros, mas o que está na sua mente. Como pode ser possível? Como posso ser eu o meu próprio inimigo?
Todas as críticas que você pode receber, as humilhações, as opiniões, os juízos de valor que você faz sobre si mesmo… tudo isso, pode ser aceito ou não por você.
Seu pior inimigo não são as críticas que você recebe, mas as que você aceita.” -Bernardo Stamateas-
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Em você está esse poder de decisão. É verdade que você acredita que não merece? Concorda com o que os outros dizem?
Assumir algo pelo simples fato de ser aceito pelos demais provoca uma baixa autoestima e faz com que você seja seu próprio inimigo.
É normal que estar rodeado de opiniões diferentes lhe faça duvidar de quem você é realmente. Por isso, é necessário que você se afaste de todas essas pessoas para poder refletir sobre quem você é. Uma vez que souber, poderá enfrentar todas essas opiniões e julgamentos de uma maneira muito mais segura.
Como posso começar a deixar de ser meu próprio inimigo?
  • Aceite-se e esteja seguro de quem você realmente é.
  • Questione toda mensagem negativa que chegue sobre você.
  • Aprenda a se equivocar.
  • Não queira agradar a todos.
É difícil começar a deixar de ser seu próprio inimigo, mas isso é algo que se encontra apenas em suas mãos. Você deve estar certo de quem é e não deixar que as opiniões dos outros lhe digam quem você deve ser.
Você tem que começar a ver os erros não como um fardo e uma vergonha, mas como algo com o que se aprende para fazer melhor depois.
Todo mundo se equivoca, mas isso faz com que você se sinta humilhado. Comece a pensar que não há aprendizado sem erros. Com os erros se aprende mais do que você acredita.

Quem sou eu?

Esta é uma pergunta muito simples, mas verdadeiramente difícil de responder. Você sabe quem é realmente? Se é assim, por que as críticas dos outros o afetam tanto?
Você deve aprender a não se comparar com os outros, a confiar em si mesmo e não se deixar levar pelo que os outros possam dizer. Você é único, insubstituível, com defeitos, mas também com habilidades.
“Você realmente sabe onde estão seus inimigos? No mundo que o rodeia ou dentro de você? Quem você está escutando? A voz da obsessão que te fala de fatalidade e fracasso? A voz queixosa e autoritária que julga cada passo que você dá?”
-Bernardo Stamateas-
Tenha confiança, acredite em si mesmo e não se permita ser como os outros querem que você seja. Ser você mesmo irá ajudá-lo a alcançar a felicidade pela qual todos ansiamos.
Suas decisões são as que marcarão sua vida a partir de hoje. Quem vai decidir em sua vida? Você ou os outros? Seja um pouco egoísta consigo mesmo e afaste-se do que vão dizer. Sua vida é sua, e você decidirá como vivê-la.
Pense que a confiança que você tem em si mesmo lhe permitirá avançar, provar, experimentar. Enquanto que, se não tiver confiança em si mesmo, as inseguranças aparecerão.
Pergunte-se aonde está conduzindo sua vida. Você quer chegar a ser tão perfeito que, no final, isso acabe com você? A resposta não está na perfeição.
Seja natural, tenha a intenção de progredir, cometa erros, aprenda e viva como você é. Liberte-se de tudo aquilo que lhe dizem, do que o bloqueia e paralisa. Livre-se de tudo isso e caminhe. Nunca se permita ser seu próprio inimigo.
Ilustração: cortesia de Malota

ANSIEDADE!!!! EU SINTO, E VOCÊ?




Há alguns dias, entre a minha rotina, livros, filmes e trabalhos da faculdade, consegui arrumar um espaço na minha vida para a ansiedade. Foi só uma brecha. Um deslize. Incrivelmente, com o tempo, quem sofre desse transtorno já sabe a forma pela qual ele se apresenta, mas nunca quando ele vai embora, de fato. Ou seja, sei que tenho facilidade para me sentir ansiosa, e sei quando ela começa afetar meu dia a dia e até meu organismo. Mas a questão é: nunca sei como evitá-la. Exercícios físicos, nada de preocupações, muita distração… Tudo parece muito simples, mas não é.

A ansiedade é mais comum do que imaginamos. Só descobri isso depois que precisei de ajuda médica. Jovens entre 18 e 24 anos são mais propensos em adquiri-la devido às mudanças que são frequentes nesse período: faculdade, relacionamentos, medos, dúvidas e sonhos. Então segue meu primeiro conselho: nunca peça para um ansioso ter calma. Ou melhor, pode até pedir, mas não espere que isso aconteça. Não fazemos por mal – eu juro! – mas ter ansiedade vai um pouco mais além do que simples dores de barriga.
Por incrível que pareça, não tenho receio de falar em público, me saio muito bem apresentando seminários ou expondo ideias (aliás, sonho em dar uma palestra! ♥). Mas, apesar do nervosismo ser um sintoma frequente em pessoas que tem ansiedade, ela ocorre de forma mais profunda: vem através de preocupações em excesso com o futuro e com qualquer detalhe dele, com o medo de perder pessoas próximas, com a hipótese de sermos o centro das atenções em algum momento ou, com a menor possibilidade possível de falharmos em qualquer momento da vida.
Somos excesso. Somos intensidade. Somos preocupados e exagerados. Mas também amamos na mesma proporção.
Vale lembrar que a ansiedade, até certo ponto, pode ser vista de forma positiva, pois faz com que fiquemos mais atentos a tudo o que acontece ao nosso redor. Mas é fácil ultrapassarmos o limite: somos craques em chorar e enchemos copos e mais copos com lágrimas e ainda fazemos uma baita de uma tempestade em qualquer situação. Por isso, amigo, muita paciência com nós!
Como se ainda não bastasse, isso atrapalha o nosso sono e, uma noite mal dormida vai resultar em um dia mal aproveitado. É como uma onda que vem firme e forte puxando pra ela todo o pouco que temos. É ruim, é difícil, mas faz um bem danado depois que passa! Claro, quando estamos no meio da névoa, é quase impossível enxergar ao nosso redor. Mas tentar vencer essa batalha me ensinou que preciso me esforçar para viver um dia de cada vez e me concentrar apenas no agora, porque é tudo que tenho. E, me ensinou também, que talvez a ansiedade seja minha companheira de mais vários longos anos, portanto, não vou me preocupar em deletá-la da minha vida; eu devo apenas aprender a conviver com a sua presença.

Sei que muitas coisas podem parecer uma grande baboseira, um drama de novela mexicana, mas não é. E, para provar, sugiro que faça uma busca no Google pela palavra “ansiedade” e veja o que os doutores e as pesquisas dizem. Então, por favor, às vezes um abraço vale mais que milhões de palavras. Lembre-se que para nós, a vida é vista de outra perspectiva. Isso não é nosso defeito, significa apenas que somos especiais.

Via: Raquel Rocha
Fonte: Resiliencia Mag

Crianças Ansiosas: Ansiedade É O Contrário Da Felicidade



Ouvi uma vez de um médico homeopata: “O contrário de felicidade não é a tristeza, é a ansiedade”. Desde então matuto nessa frase todo dia: e não é que ele tem razão?
A ansiedade é o mal do século. E nossas crianças já estão padecendo disso há muito tempo. Costumo dizer que “no meu tempo” as crianças tinham dificuldade de ouvir “não”. Hoje, não conseguem ouvir “daqui a pouco”. E a coisa tende a piorar: cada vez mais cedo identificamos sintomas de ansiedade, dificuldade de esperar, perda de paciência pra executar uma função mais trabalhosa e muita irritabilidade.
Não posso afirmar com exatidão quanto da ansiedade apresentada pelas crianças que conheço (e são muitas) é imposta pelo comportamento dos pais e pelo ambiente, mas posso garantir que essa influência é muito grande e devemos nos analisar seriamente: estamos tendo paciência com nossos filhos? Estamos os ensinando e ter paciência?
Aliás, me pergunto: por que com tanta informação, tanta oferta e busca por blogs, sites, revistas e programas de TV e internet quase nunca ouvimos os especialistas falando em educar para a paciência, para o esperar? Afinal: nós pais, educadores, cuidadores e tutores entendemos que ensinar a esperar, a ter paciência e tolerância é nossa obrigação? E sabemos o quanto isso é importante?
A gente precisa pensar mais nisso. E mudar nosso próprio jeito diante de uma contrariedade, um empecilho, dificuldade ou demora, afinal, as crianças se espelham em nós. Precisamos parar de nos sobressaltar a qualquer pretexto, pular e gritar quando uma criança cai ou engasga, correr para acudir o bebê no berço ao primeiro sinal de choro. Respire. Dê o tempo, olhe a situação. Os décimos de segundo que você ganha se sobressaltando, perde em dobro se atrapalhando em ansiedade e acalmando a criança que muitas vezes chora de susto pelo sobressalto da mãe, e não pela queda ou dodói.
Não há paz possível pra quem não sabe esperar. Todas as coisas que nos cercam dependem ou dependeram de processos que levam tempo. Nós somos frutos de um processo, caminhamos em lenta evolução, precisamos esperar por coisas o tempo todo, todos os dias: esperamos na fila, esperamos o bolo assar no forno, o resultado do exame, o produto que pedimos chegar na loja, a hora de ir embora, da festa começar, a espinha secar, o dodói sarar, o verão chegar.
Impossível escapar disso. Então, o melhor que podemos fazer é tornar o esperar mais tranquilo, posto que é inevitável.
A constante exposição das crianças aos jogos e aplicativos também tem sua grande dose de responsabilidade nos processos ansiosos, uma vez que a resposta nesses brinquedos é sempre imediata: o simples deslizar de um dedo realiza tudo em segundos, um mínimo toque e “voilá“, a boneca está vestida, o paciente operado, o caminhão montado, a torta assada e fumegante.
Diminuam o contato das crianças com os jogos eletrônicos, e, sempre que o permitirem, os acompanhem por pelo menos um tempo e apontem sempre que possível as diferenças do jogo para a vida real. A consciência das crianças precisa de muitas confirmações, é preciso repetir as sentenças mais importantes até que elas as absorvam.
Um jeito legal de ajudar as crianças a lidarem com o tempo e os processos é plantar coisas com elas: feijão no algodão, cebola a partir do bulbo, qualquer semente dessas de saquinho que se vende em pet shops e lojas de jardinagem.
Contem os dias juntos, façam um quadro com a evolução da plantinha dia a dia e atualizem toda manhã, juntos. Conversem sobre o tempo que demorou pra brotar, sobre o número de folhas que nasceu, pesquisem juntos sobre o tempo que demora para uma planta se tornar adulta, sobre o tempo de gestação dos bichos, sobre cada etapa de todos os processos. Tornem isso divertido.

Esperar pode ser um barato.
Amor e gratidão.
(Autora: Fabiana Vajman)
(Fonte: paisqueeducam)


*Texto reproduzido com autorização da administração do site

Abra sua mente

Acontece com muita frequência em nosso dia a dia, encontrarmos pessoas que se mantêm firmes em seus modelos de pensamento. Amigos próx...